Do nada me vem lágrimas nos olhos. Do nada paro de sentir e no meio ao tudo, me perco e me encontro em um vazio. Do nada as coisas se tornam nada e do nada tudo se torna nada. Sinto saudades de algo que não sei, nostalgia de momentos que não lembro. Sinto que não sinto nada, me sinto frágil por carregar um vazio e me sinto forte por saber que não sinto. Me sinto estranha, porque hoje minha esquisitice não é ser atrapalhada, desorganizada, rir e chorar … Minha esquisitice hoje é desconhecida. Eu me sinto esquisita por não ser tão sensível quanto antes, virei gelo, virei pedra e me sinto leve como areia. Sinto que qualquer um que passar me levará e ao mesmo tempo me sinto cravada nesse chão.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Do nada me vem lágrimas nos olhos. Do nada paro de sentir e no meio ao tudo, me perco e me encontro em um vazio. Do nada as coisas se tornam nada e do nada tudo se torna nada. Sinto saudades de algo que não sei, nostalgia de momentos que não lembro. Sinto que não sinto nada, me sinto frágil por carregar um vazio e me sinto forte por saber que não sinto. Me sinto estranha, porque hoje minha esquisitice não é ser atrapalhada, desorganizada, rir e chorar … Minha esquisitice hoje é desconhecida. Eu me sinto esquisita por não ser tão sensível quanto antes, virei gelo, virei pedra e me sinto leve como areia. Sinto que qualquer um que passar me levará e ao mesmo tempo me sinto cravada nesse chão.
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